<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967</id><updated>2011-04-21T17:37:01.083-03:00</updated><title type='text'>Wodanaz</title><subtitle type='html'>Não se assuste... tudo pode ser fantasia se você quiser... apenas imagine que é...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wodanaz.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-116224866109451642</id><published>2006-10-30T19:51:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T19:51:01.210-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href='http://photos1.blogger.com/hello/273/11817/1024/IMG_0614.jpg'&gt;&lt;img border='0' style='border:1px solid #000000; margin:2px' src='http://photos1.blogger.com/hello/273/11817/400/IMG_0614.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto em Vin� del Mar, vista do pac�fico&amp;nbsp;&lt;a href='http://picasa.google.com/blogger/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbp.gif' alt='Posted by Picasa' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-116224866109451642?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/116224866109451642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/116224866109451642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2006_10_01_archive.html#116224866109451642' title=''/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-116223942968258649</id><published>2006-10-30T17:08:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T17:17:09.693-03:00</updated><title type='text'>Configurar corretor ortográfico do Firefox 2.0 para pt-BR</title><content type='html'>Uma das novidades que o Firefox 2.0 traz, é o corretor ortográfico, que pode ser utilizado quando você está comentando no seu blog, ou fazendo um comentário em algum site, onde as palavras erradas são sublinha, e clicando com o botão direito na palavra errada, lhe da sugestões de correção, igual ao corretor no OpenOffice.&lt;br /&gt;Como eu sempre baixo a versão em inglês do Firefox,  esta  não traz  o  dicionário pt-BR instalado.&lt;br /&gt;Para instalar o dicionário pt-BR entre no site:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;https://addons.mozilla.org/firefox/dictionaries/?lang=da&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;e clique em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Instalar&lt;/span&gt; do dicionário correspondente, o firefox irá baixar e instalar automaticamente.&lt;br /&gt;Após instalar reinicie o navegador Firefox, entre em algum site onde você possa escrever um comentário, escreva alguma palavra e clique com o botão direito sobre ela. No menu acesse &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Languages&lt;/span&gt; e escolha a língua Portuguese / Brasil.&lt;br /&gt;Pronto, o seu corretor ortográfico em português estará funcionando...&lt;br /&gt;:)&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-116223942968258649?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/116223942968258649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/116223942968258649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2006_10_01_archive.html#116223942968258649' title='Configurar corretor ortográfico do Firefox 2.0 para pt-BR'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-114004828359275800</id><published>2006-02-15T21:53:00.000-02:00</published><updated>2006-10-30T17:22:46.806-03:00</updated><title type='text'>Sonhos podem tornar-se realidade, mas sonhos não fazem a realidade</title><content type='html'>Hoje, em meu mais infinito pensamento... cheguei a está conclusão, que aparentemente, tão obvio, mas que pode trazer grande confusão em pessoas que não tem plena conficção daquilo que desejam.&lt;br /&gt;Tudo tem um limite, até para os sonhos, sonhar demais, pode trazer transtornos para a pessoa, ela pode estar vivendo em um mundo que ela acha que vive, e isto pode afetar seu razão entre sonhos e realidade.&lt;br /&gt;Sonhe.... mas sonhe e faça acontecer, só então continue o seu sonho..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wodanaz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-114004828359275800?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/114004828359275800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/114004828359275800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2006_02_01_archive.html#114004828359275800' title='Sonhos podem tornar-se realidade, mas sonhos não fazem a realidade'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-113866629796095172</id><published>2006-01-30T22:02:00.000-02:00</published><updated>2006-01-30T22:13:42.590-02:00</updated><title type='text'>Você oferece suporta a ECFs? Isto pode ser útil</title><content type='html'>Se você oferece suporte em sistemas que interligam ECFs (Impressoras de Cupom Fiscal), talvez eu possa deixar meu relatos.&lt;br /&gt;Estava eu, em uma manhã tranquila, verificando meus emails, quando atendo o telefone, era um cliente reclamando que a ECF não estava funcionando, estava tentando emitir a Leitura X desde ontem e não saia, e hoje tentou emitir a Redução Z e Leitura X, e não estava funcionando. Achei meio estranho, aquilo, mas comecei a orienta-la a fazer os procedimentos para detectar o problema. Lhe perguntei se a luz de on-line da impressora estava ligada, verificar os cabos que interligam a ECF, reiniciar o sistema, reiniciar o Sistema Operacional, e nada soluciona e nem ao menos alteravá-la a mensagem de erro.&lt;br /&gt;O cliente já estava ficando nervoso, pois necessitava emitir cupom. Resolvi então fazer uma visita para corrigir o problema, ja pensando em algum problema mais sério, me equipei com um novo cabo da impressora, Drivers de instalação da ECF e do sistema.&lt;br /&gt;Ao chegar no cliente, olhei para o computador, olhei para a ECF, e quase não acreditando no ocorrido, a ECF estava sem papel... Pedi uma bobina de papel, coloquei no ECF, e não que ela voltou a funcionar... eu apenas olhei para a funcionário, e lhe mostrei a luz vermelha acessa acusando falta de papel... Isto poderia ser um problema normal para uma ECF instalada a pouco tempo, mas está estava instalada a mais de 1 ano, e a funcionária foi a mesma a qual treinei na instalação do sistema.&lt;br /&gt;Então, SEMPRE passe por todas as etapas da verificação, mesmo que você tenha absoluta certeza que o cliente não poderia esquecer de tal etapa... Poderá lhe economizar um bom tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-113866629796095172?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/113866629796095172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/113866629796095172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2006_01_01_archive.html#113866629796095172' title='Você oferece suporta a ECFs? Isto pode ser útil'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-112319649801572339</id><published>2005-08-04T20:00:00.000-03:00</published><updated>2005-08-04T20:01:38.023-03:00</updated><title type='text'>Dica: Clonando HDs</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:78%;color:#035d8a;"&gt;Enviado em Quinta, julho 07 @ 18:10:30 BRST por pilantrox&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Essa é para os adminstradores de redes que precisam fazer um clone de hd para qualquer fins seja backup de segurançae troca de hd, sem ter que parar o que a máquina está fazendo, seja ela um servidor de emails, web, GW de rede local ou wireless.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Lembrando q os hds não precisam ser do mesmo tamanho, apenas o hd origem deve suportar o tamanho que está sendo usado no hd destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O único momento em que vc precisa parar a maquina, é para colocar o hd destino na máquina como slave, inicializar a máquina tudo normal vamos a mão na massa.&lt;br /&gt;   &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Plataforma usada :&lt;br /&gt;  AMD Athlon XP  2.2 c/ 512 RAM HD Maxtor 40G 7,200 RPM&lt;br /&gt;  Slackware 9.1 kernel 2.4.22 c/ 2 partições hd origem&lt;br /&gt;  hda1 / ext3&lt;br /&gt;  hda2 swap&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;1° Passo&lt;/strong&gt;, Particione seu hd destino preferencialmente da maneira que está no de origem, utilizei no evento o particionador &lt;strong&gt;CFDISK&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;hdb1 /&lt;br /&gt;hdb2 swap&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;2° Passo&lt;/strong&gt;, Formate a partição /&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;mke2fs /dev/hdb1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;3° Passo&lt;/strong&gt;, Ative a partição /&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;tune2fs -j /dev/hdb1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;4° Passo&lt;/strong&gt;, Formate a partição Swap&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;mkswap /dev/hdb2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;5° Passo&lt;/strong&gt;, Crie a pasta na raiz do sistema onde você irá montar a filesystem do hd destino.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;mkdir /novohd&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;6° Passo&lt;/strong&gt;, Monte o FileSystem na partição /&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;mount -t ext3 /dev/hdb1  /novohd&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;7° Passo&lt;/strong&gt; , Clonando o HD :&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;tar cf - --exclude novohd ./ | tar xvfp - -C/novohd/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Espero que esse artigo seja útil a todos ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Abraços&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;PilantroX&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Everton Somenzi&lt;br /&gt; Provedor Wireless&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-112319649801572339?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://underlinux.com.br/noticia5215.html' title='Dica: Clonando HDs'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/112319649801572339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/112319649801572339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_08_01_archive.html#112319649801572339' title='Dica: Clonando HDs'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-111826481554610659</id><published>2005-06-08T17:47:00.000-03:00</published><updated>2005-06-08T18:18:13.640-03:00</updated><title type='text'>Quando seu gcc e glibc estão com problemas - Gentoo Linux</title><content type='html'>Baixe um stage 3 recente para o seu processador do site do gentoo.&lt;br /&gt;Descompacte o stage em um pasta separada, por exemplo em /mnt/sistema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Descompactando o stage&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# tar xjvpf stage3-i686-2005.0.tar.bz2&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;de um chroot para a pasta onde vc descompactou o stage&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Efetuando o chroot para o stage que foi descompactado&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# chroot /mnt/sistema&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;crie um binario do gcc e da glibc, verifique a versão que esta no stage, para isso acesso a pasta /var/db/pkg/sys-devel/ para verificar a versão do gcc e /var/db/pkg/sys-libs para verificar a versão do glibc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Criando binário do gcc e glibc&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# quickpkg gcc-3.3.5-r1&lt;br /&gt;# quickpkg glibc-2.3.4.20040808-r1&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;após criar os binários saia do chroot&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Saindo do chroot&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# exit&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;copie os binários para a pasta /usr/portage/packages/All, se a pasta não existir crie com o comando mkdir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;copiando os binários para o sistema atual&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# cp /mnt/sistema/usr/portage/packages/All/glibc-2.3.4.20040808-r1.tbz2 /usr/portage/packages/All/&lt;br /&gt;# cp /mnt/sistema/usr/portage/packages/All/gcc-3.3.5-r1.tbz2 /usr/portage/packages/All/&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;após copiar os aquivos, rode o emerge a partir do binário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Instalando o gcc e glibc a partir do binário&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# emerge -K gcc&lt;br /&gt;# emerge -K glibc&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Pronto.. com isso é para seu sistema voltar a compilar normalmente..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Créditos para meu amigo AngusYoung - GentooBR&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-111826481554610659?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111826481554610659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111826481554610659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_06_01_archive.html#111826481554610659' title='Quando seu gcc e glibc estão com problemas - Gentoo Linux'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-111157807918998877</id><published>2005-03-23T08:27:00.000-03:00</published><updated>2005-06-08T17:46:00.246-03:00</updated><title type='text'>Comandos emerge</title><content type='html'>emerge -s [programa]  ---&gt; Procura o [programa] no nome dos programas do Portage Tree.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;emerge -S [palavra]      ---&gt; Procura pela [palavra]  nas descrisões dos programas do Portage Tree.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;emerge [programa]       ---&gt; Instala o [programa].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;emerge -u [programa]  ---&gt; Atualiza o [programa].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;emerge -U [programa] ---&gt; Atualiza o [programa] e toda as suas dependências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;emerge -p [programa] ---&gt; Mostra todos os pacotes que precisam ser instalados para o             [programa] funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;emerge -pv [programa]---&gt; Mostra todos os pacotes que precisam ser intalados e mostra também as funções dos pacotes que serão adicionadas e as funções que serão retiradas dos pacotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;emerge -K [programa] ---&gt; Instala o [programa] a partir de um binário que deve estar em /usr/portage/packages&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-111157807918998877?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111157807918998877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111157807918998877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_03_01_archive.html#111157807918998877' title='Comandos emerge'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-111152453068403349</id><published>2005-03-22T17:47:00.000-03:00</published><updated>2006-01-31T14:11:51.966-02:00</updated><title type='text'>Como colocar máquinas em rede no Gentoo Linux</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Nas edições anteriores, Henrique Cesar Ülbrich apresentou ao leitor um diretório-chave no Linux: o /etc. Nesta série de artigos vimos que o /etc é um diretório especial, onde diversos programas (e o próprio sistema) guardam suas configurações. Vimos também que, infelizmente, nem todas as distribuições Linux seguem o LSB (Linux Standard Base) e o FHS (File Hierarchy Standard), o que faz com que muita coisa seja diferente entre distribuições, por isso, muitos detalhes cobertos nesta série podem ser ligeiramente diferentes em seu sistema.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Nesta edição, falaremos sobre as configurações mais simples de rede. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;A maioria dos exemplos neste artigo não irá conter o texto completo  dos arquivos, devendo o leitor procurar seus próprios arquivos em  seu sistema.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;&lt;b&gt;Colocando uma máquina na rede&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Embora possa parecer complexo, o trabalho de colocar uma máquina na rede é, na verdade, bastante simples, usando-se para isso apenas um bom editor de textos como o GNU Emacs.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;No final deste capítulo, teremos colocado uma máquina chamada kepler.ciencia em rede sem usar nada além do nosso bom e velho editor de textos. Lembre-se de tomar cuidado, já que todos os comandos devem ser emitidos como root.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;&lt;b&gt;Quem sou eu?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;O diretório /etc/sysconfig contém diversos arquivos de configuração do sistema; um deles é o arquivo network, responsável pela configuração de rede (um dos responsáveis, na realidade, mas vamos em frente).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;O primeiro passo para colocarmos kepler na rede é dar-lhe um nome. Por padrão, as máquinas Linux chamam-se apenas localhost.localdomain, associado ao endereço IP 127.0.0.1, que é o endereço reservado à máquina local. Para dar o nome à nossa máquina, edite o arquivo /etc/sysconfig/network e inclua a seguinte linha:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;pre&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;   HOSTNAME=kepler&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Além da configuração do nome da máquina, podemos fazer várias outras configurações por meio do arquivo network, mas vamos ver isso nas próximas edições.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;&lt;b&gt;Onde estou?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Agora que já demos um nome à nossa máquina, é hora de a colocarmos em seu lugar na rede. Para isso, temos de dar-lhe um endereço na rede (seu endereço IP) e um domínio. Para isso, vamos editar um outro arquivo muito importante no /etc: o hosts.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;O arquivo hosts é um daqueles arquivos que têm história. No início da antiga ARPANet (precursora da Internet), foi definido que todas as máquinas que fossem conectadas à rede teriam um arquivo hosts, que conteria os endereços de todas as outras máquinas conectadas. Esse arquivo era mantido pela coordenação da ARPANet e distribuído periodicamente com atualização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Chegou um momento em que o número de máquinas cresceu tanto que a transmissão do arquivo hosts pela rede começou a tornar-se um problema. Foi aí que nasceu o DNS (Domain Name Service), que permitiu que as máquinas não precisassem mais de um hosts com os endereços de todas as outras máquinas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Mas isso não acabou com a utilidade do arquivo hosts. Esse arquivo ainda é responsável por permitir a especificação do endereço e domínio da máquina local e o acesso a máquinas quando o serviço DNS não está disponível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Voltando à nossa máquina kepler, vamos especificar seu endereço no arquivo /etc/hosts local. Assumindo que nosso endereço IP seja 192.168.1.73, podemos adicionar uma linha correspondente à nossa máquina no arquivo hosts, que deverá ficar assim:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;pre&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;127.0.0.1  localhost.localdomain localhost&lt;br /&gt;192.168.1.73 kepler.ciencia        kepler&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;O arquivo hosts é composto de várias linhas identificando máquinas. Cada linha é composta de três colunas, separadas por espaços. Tomando a linha correspondente à máquina kepler.ciencia, vamos verificar o que significa cada coluna (Veja quadro 1).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;A primeira coluna contém o endereço IP (192.168.1.73) associado à nossa máquina. O endereço escolhido faz parte da classe C — só para lembrar: existem 3 classes de endereços IP, cada uma delas permite um número máximo de endereços:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;pre&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Classe A   1.xxx.xxx.xxx até 126.xxx.xxx.xxx&lt;br /&gt;Classe B   128.0.xxx.xxx até 191.255.xxx.xxx&lt;br /&gt;Classe C   192.0.0.xxx   até 223.255.255.xxx&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;A segunda coluna contém o FQDN (Fully Qualified Domain Name) que é o nome completo da máquina, ou seja, o nome da máquina associado ao nome do domínio. Em nosso caso, kepler.ciencia, kepler é o nome da máquina e ciencia é o nosso domínio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;A terceira e última coluna é a mais interessante. Em nosso exemplo ela não parece grande coisa, contendo apenas o nome da máquina sem o domínio. Essa coluna especifica "apelidos" para a máquina. Veja uma linha modificada para facilitar a compreensão. Em vez de apenas kepler, agora temos kepler, financeiro, diretoria. Isso indica que essa máquina pode ser referenciada tanto por kepler.ciencia como por financeiro.ciencia e diretoria.ciencia. Isso é útil quando uma máquina é usada por grupos de pessoas diferentes na rede de uma empresa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;&lt;b&gt;Onde estão meus vizinhos?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Agora nossa máquina já tem um nome e um endereço, mas não é o suficiente, é? Não, claro que não. Ainda temos de encontrar nossos vizinhos, ou seja, as outras máquinas da rede. Para isso existem algumas opções, mas vamos estudar apenas duas, que são as mais importantes: o nosso já conhecido arquivo hosts e o também já mencionado serviço de nomes (DNS).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table bgcolor="#cccccc"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt; Quadro 1 192.168.1.73 kepler.ciencia  kepler,financeiro,diretoria &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;A maneira mais "direta" de permitir que nossa máquina reconheça outra é editar o nosso arquivo hosts e adicionar uma linha correspondente a outras máquinas. Mas isso é tedioso, lento e nos obriga sempre a atualizar o arquivo quando uma nova máquina entrar na rede. Como vimos antes, não somos os primeiros a perceber isso. O pessoal da antiga ARPANet já tinha se dado conta de que essa idéia não é lá muito esperta, veja:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;pre&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;127.0.0.1    localhost.localdomain localhost&lt;br /&gt;192.168.1.73 kepler.ciencia        kepler&lt;br /&gt;192.168.1.1  newton.ciencia        newton,dns&lt;br /&gt;192.168.1.2  einstein.ciencia      einstein,al,gateway&lt;br /&gt;192.168.1.43 maxwell.ciencia       maxwell,mail&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Felizmente nós não precisamos ficar pensando em uma solução, já que nossos "antepassados" fizeram isso por nós e criaram uma solução: o DNS.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;O DNS pode ser visto como um arquivo hosts remoto (ele não é isso, mas podemos ver dessa maneira para entender). Sempre que nossa máquina precisar encontrar algum recurso da rede, ela tem de saber qual seu endereço IP. Mas lembrar endereços IP não é muito fácil nem muito produtivo (nossos maravilhosos cérebros devem ser usados para pensar, não para guardar dados que podem ser facilmente armazenados em "outras mídias"). Para ajudar a encontrar endereços IP, nós usamos um servidor de nomes. Na nossa rede, o servidor de nomes é a máquina newton.ciencia, mas vamos nos referir a ela como dns.ciencia. Viram? Mais um uso para os apelidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Vamos agora configurar nossa máquina kepler para usar nosso servidor de nomes (a máquina newton/dns). A configuração do servidor DNS é feita no arquivo /etc/resolv.conf. Ele tem esse nome porque o processo de tradução de um nome em um endereço IP é chamado resolução de nomes, ou seja, quando solicitamos um endereço IP a partir de um nome de máquina, nós queremos "resolver" o nome.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;O arquivo resolv.conf é extremamente simples, como podemos ver a seguir. Nosso arquivo contém apenas duas linhas. A primeira indica que os nomes devem ser procurados no domínio ciencia quando não informarmos o domínio junto com o nome da máquina, ou seja, se solicitarmos a resolução do nome kepler e esse não for encontrado, o sistema procurará kepler.ciencia. Podem-se especificar vários domínios, divididos por vírgulas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;pre&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;search ciencia&lt;br /&gt;nameserver 192.168.1.1&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;A segunda linha indica o IP do servidor de nomes. Podem-se ter mais servidores, adicionando mais linhas no formato nameserver (ENDEREÇO).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;&lt;b&gt;Onde procurar?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Já sabemos como configurar um servidor de nomes e usar o arquivo hosts. Mas como o sistema sabe que deve procurar no hosts ou no servidor de nomes? É aí que entra o último arquivo desse nosso artigo: o arquivo host.conf. Ele especifica como o sistema deve proceder à procura de nomes:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;pre&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;order hosts, bind&lt;br /&gt;multi on&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;A primeira linha do nosso arquivo especifica a ordem de procura. No exemplo determinamos que o sistema deve procurar antes no arquivo hosts e depois no servidor DNS (Bind é o nome do software de servidor DNS mais usado no mundo). A segunda linha indica que se devem retornar todos os endereços encontrados para aquele nome e não apenas o primeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica;font-size:100%;"  &gt;Com essas configurações, nossa máquina já estará pronta para ser usada em uma rede simples. No mês que vem, continuaremos no assunto redes, indo mais adiante, para servidores NIS, gateways e ao nosso bom amigo /etc/hosts, pois ele ainda nos será útil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-111152453068403349?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.revistadolinux.com.br/ed/019/assinantes/segredos.php3' title='Como colocar máquinas em rede no Gentoo Linux'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111152453068403349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111152453068403349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_03_01_archive.html#111152453068403349' title='Como colocar máquinas em rede no Gentoo Linux'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-111152261080279616</id><published>2005-03-22T17:15:00.000-03:00</published><updated>2005-03-22T17:16:50.836-03:00</updated><title type='text'>Guia do cron do Gentoo Linux</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;a class="altlink" href="mailto:airuike@gmail.com"&gt;Eric Brown&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;  &lt;i&gt;Autor&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;   &lt;b&gt;&lt;a class="altlink" href="mailto:neysx@gentoo.org"&gt;Xavier Neys&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;  &lt;i&gt;Editor&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;   &lt;b&gt;&lt;a class="altlink" href="mailto:vanquirius@gentoo.org"&gt;Marcelo Góes&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;  &lt;i&gt;Tradutor&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Updated March 18, 2005&lt;/i&gt; &lt;p class="chaphead"&gt;&lt;span class="chapnum"&gt;&lt;a name="doc_chap1"&gt;1. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;Básico do cron&lt;/p&gt;  &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap1_sect1"&gt;O que o cron faz&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; O cron é um daemon que roda tarefas agendadas com base na entrada do comando &lt;span class="code"&gt;crontab&lt;/span&gt; (lista de tarefas). Esta tarefa é feita acordando todo minuto e verificando se há cron-jobs (tarefas agendadas) para rodar em alguma das crontabs de usuário. &lt;/p&gt;   &lt;table class="ncontent" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#bbffbb"&gt;&lt;p class="note"&gt;&lt;b&gt;Note: &lt;/b&gt; Note que &lt;span class="emphasis"&gt;crontab&lt;/span&gt; é tanto o nome da lista de tarefas agendadas como o nome do comando para editar a lista. &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap1_sect2"&gt;Os crons existentes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Existem pelo menos três implementações de cron para você escolher no Portage. Todos oferecem uma interface semelhante, o uso do &lt;span class="code"&gt;crontab&lt;/span&gt; ou um comando semelhante. Também há um utilitário relacionado chamado Anacron que funciona com cron em sistemas que não rodam  continuamente. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Antes de começarmos a trabalhar com cron, você terá que escolher que implementação você deseja usar. Para sua conveniência, eu coletei informações sobre cada um abaixo. &lt;/p&gt;   &lt;p class="chaphead"&gt;&lt;span class="chapnum"&gt;&lt;a name="doc_chap2"&gt;2. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;Que cron é certo para você?&lt;/p&gt;  &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap2_sect1"&gt;Vixie cron&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Vixie cron é uma implementação de cron completa baseada no SysV cron. Cada usuário tem sua própria crontab e é permitido especificar variáveis de ambiente dentro de sua crontab. Ao contrário de outras variantes de cron, também oferece suporte para SELinux e PAM. Ele suporta menos arquiteturas que Dcron, mas mais que Fcron. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Funcionalidades do &lt;span class="code"&gt;sys-process/vixie-cron&lt;/span&gt;: &lt;/p&gt;   &lt;ul&gt; &lt;li&gt;   Suporte para SELinux &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   Suporte para PAM &lt;span class="path"&gt;/etc/security/limits.conf&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   Ajuste de variáveis de ambiente em crontabs (PATH, SHELL, HOME, etc.) &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   Cada usuário pode ter sua crontab, o acesso é controlado através de cron.allow e   cron.deny &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;   &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap2_sect2"&gt;Dillon's Cron&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Dcron tenta ser uma implementação simples, elegante e segura de cron. Não permite a especificação de variáveis de ambiente em crontabs e todos cron-jobs são rodados a partir de &lt;span class="path"&gt;/bin/sh&lt;/span&gt;. Como Vixie cron, cada usuário tem sua própria crontab. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Funcionalidades do &lt;span class="code"&gt;sys-process/dcron&lt;/span&gt;: &lt;/p&gt;   &lt;ul&gt; &lt;li&gt;   Rápido, simples e livre de funções desnecessárias &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   Acesso ao &lt;span class="code"&gt;crontab&lt;/span&gt; é limitado ao grupo cron, isto é, não depende de   utilitários externos. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;   &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap2_sect3"&gt;Fcron&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; O Fcron tenta ser um substituto de Vixie cron e Anacron. É desenhado para trabalhar em sistemas que não rodam continuamente e vem com funções adicionais. Tem restrições de início de tarefas, controles de serialização de de tarefas, a capacidade de designar valores de "nice" às tarefas e a capacidade de agendar tarefas para serem rodadas na inicialização de ossitema. Veja a  &lt;a href="http://fcron.free.fr/"&gt;home page do fcron&lt;/a&gt; para mais informações. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Funcionalidades do &lt;span class="code"&gt;sys-process/fcron&lt;/span&gt;: &lt;/p&gt;   &lt;ul&gt; &lt;li&gt;   Desenhado para trabalhar em sistemas que não estão trabalhando continuamente, isto é, pode rodar   uma tarefa depois de reiniciar se foi perdida &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   Configuração de variáveis de ambiente e muitas outras opções em crontabs &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   Cada usuário tem sua própria crontab, acesso é controlado por cron.allow e   cron.deny &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   Sintaxe de crontab melhorada com suporte a muitas novas funções &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;    &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap2_sect4"&gt;Anacron&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Anacron não é um daemon de cron, é algo que normalmente funciona  junto com um. Ele executa comandos em intervalos especificados em dias e não presume que o sistema está rodando continuamente; ele irá rodar tarefas que foram perdidas enquanto o sistema estava desligado. Anacron normalmente depende de um daemon de cron que rode-o todo dia. &lt;/p&gt;  &lt;p class="chaphead"&gt;&lt;span class="chapnum"&gt;&lt;a name="doc_chap3"&gt;3. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;Usando cron&lt;/p&gt;  &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap3_sect1"&gt;Instalação&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Selecione a implementação de cron de que você mais gosta, e faça emerge dela. &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre1"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.1: Instalando cron&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# &lt;span class="input"&gt;emerge dcron&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;# &lt;span class="input"&gt;rc-update add dcron default&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;# &lt;span class="input"&gt;/etc/init.d/dcron start&lt;/span&gt; &lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Opcionalmente, se você não instalou o Fcron, você também pode instalar o Anacron. &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre2"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.2: Instalando anacron&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# &lt;span class="input"&gt;emerge anacron&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;# &lt;span class="input"&gt;rc-update add anacron default&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;# &lt;span class="input"&gt;/etc/init.d/anacron start&lt;/span&gt; &lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap3_sect2"&gt;Crontab de sistema&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; As mensagens de pós-instalação de alguns dos pacotes de cron irão pedir que você rode &lt;span class="code"&gt;crontab /etc/crontab&lt;/span&gt;. O arquivo &lt;span class="path"&gt;/etc/crontab&lt;/span&gt; é sua &lt;span class="emphasis"&gt;crontab de sistema&lt;/span&gt;.  Uma instalação padrão do Gentoo usa a crontab de sistema para rodar os scripts em &lt;span class="path"&gt;/etc/cron.{daily,hourly,weekly,monthly}&lt;/span&gt;.  Note que Vixie-cron agenda tarefas em &lt;span class="path"&gt;/etc/crontab&lt;/span&gt; automaticamente. Usuários de Dcron e Fcron precisam rodar &lt;span class="code"&gt;crontab /etc/crontab&lt;/span&gt; cada vez que fizerem mudanças ao &lt;span class="path"&gt;/etc/crontab&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Por favor note que trabalhos agendados na crontab de sistema não irão aparecer na lista de cron-jobs mostrados com &lt;span class="code"&gt;crontab -l&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Claro, você pode escolher não usar nenhum crontab de sistema. Se você escolher Dcron ou Fcron, &lt;span class="emphasis"&gt;não&lt;/span&gt; rode &lt;span class="code"&gt;crontab /etc/crontab&lt;/span&gt;.  Se você escolher vixie-cron, você deve comentar todas linhas em &lt;span class="path"&gt;/etc/crontab&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre3"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.3: Comentando todas linhas em /etc/crontab&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# &lt;span class="input"&gt;sed -i -e "s/^/#/" /etc/crontab&lt;/span&gt; &lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap3_sect3"&gt;Dando acesso de cron a usuários confiáveis&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Se você quiser que usuários fora o administrador (root) tenham acesso ao daemon de cron, você deve ler esta seção, caso contrário, você pode pular para a próxima, &lt;a href="http://www.gentoo.org/doc/pt_br/cron-guide.xml?style=printable#scheduling"&gt;agendando cron-jobs&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;   &lt;table class="ncontent" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#bbffbb"&gt;&lt;p class="note"&gt;&lt;b&gt;Note: &lt;/b&gt; Dar acesso de crontab a outro usuário não permite que ele rode cron-jobos como root. Se você quiser que o usuário possa editar a crontab de root, você informar-se sobre &lt;span class="code"&gt;sudo&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Não importa que pacote de cron você use, se você quiser permitir que um usuário use a crontab, ele deverá primeiro fazer parte do grupo cron. Como um exemplo, se você quisesse adicionar o usuário &lt;span class="emphasis"&gt;wepy&lt;/span&gt; ao grupo cron você rodaria: &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre4"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.4: Adicionando um usuário ao grupo cron&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;gpasswd -a wepy cron&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Se você estiver usando &lt;b&gt;Dcron&lt;/b&gt;, isto é tudo que você precisa fazer é dar acesso de usuário  à crontab. Usuários de Dcron podem ir para a próxima seção &lt;a href="http://www.gentoo.org/doc/pt_br/cron-guide.xml?style=printable#scheduling"&gt;agendando cron-jobs&lt;/a&gt;, todos outros devem continuar lendo. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Se você estiver usando &lt;b&gt;Fcron&lt;/b&gt;, você deve editar &lt;span class="path"&gt;/etc/fcron/fcron.deny&lt;/span&gt; e &lt;span class="path"&gt;/etc/fcron/fcron.allow&lt;/span&gt;. O jeito mais seguro é negar todos em  &lt;span class="path"&gt;/etc/fcron/fcron.deny&lt;/span&gt;, e depois dar acesso explicito aos usuários em &lt;span class="path"&gt;/etc/fcron/fcron.allow&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;   &lt;table class="ncontent" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ffffbb"&gt;&lt;p class="note"&gt;&lt;b&gt;Important: &lt;/b&gt; &lt;b&gt;Se nem &lt;span class="path"&gt;/etc/fcron/fcron.allow&lt;/span&gt; ou &lt;span class="path"&gt;/etc/fcron/fcron.deny&lt;/span&gt; existirem, todos usuários no grupo cron terão acesso ao crontab&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;O fcron vem por padrão com um &lt;span class="path"&gt;fcron.allow&lt;/span&gt; que &lt;b&gt;permite que todos usuários&lt;/b&gt; no grupo cron tenham acesso ao fcrontab. &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre5"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.5: Permissões em fcron.deny&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;all&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Agora, digamos que temos um usuário chamado &lt;span class="emphasis"&gt;wepy&lt;/span&gt; que deve poder agendar seus próprios cron-jobs. Nós devemos adicioná-lo a &lt;span class="path"&gt;/etc/fcron/fcron.allow&lt;/span&gt; como a seguir: &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre6"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.6: Permissões em fcron.allow&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;wepy&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Se você escolher o &lt;b&gt;Vixie cron&lt;/b&gt;, você provavelmente só deve editar &lt;span class="path"&gt;/etc/cron.allow&lt;/span&gt;.  &lt;/p&gt;   &lt;table class="ncontent" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ffffbb"&gt;&lt;p class="note"&gt;&lt;b&gt;Important: &lt;/b&gt; É importante que se somente o &lt;span class="path"&gt;/etc/cron.allow&lt;/span&gt; existir, então somente os usuários do grupo cron terão acesso, mas se um arquivo vazio &lt;span class="path"&gt;/etc/cron.deny&lt;/span&gt; existir, então todos usuários do grupo cron serão permitidos! &lt;b&gt;Não deixe um &lt;span class="path"&gt;/etc/cron.deny&lt;/span&gt; se você não tiver um &lt;span class="path"&gt;/etc/cron.allow&lt;/span&gt;.&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Por exemplo, se você quisesse permitir acesso do usuário &lt;span class="emphasis"&gt;wepy&lt;/span&gt;, você adicionaria ele ao &lt;span class="path"&gt;/etc/cron.allow&lt;/span&gt; como a seguir: &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre7"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.7: Permissões em /etc/cron.allow&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;wepy&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;a name="Scheduling"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap3_sect4"&gt;Agendando cron-jobs&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; O processo de edição de crontabs é diferentes para cada pacote, mas eles todos suportam o mesmo conjunto básico do comandos: adicionar e substituir crontabs, editar crontabs, apagar crontabs, e listar cron-jobs nas crontabs. A lista a seguir mostra como rodar os comandos para cada pacote. &lt;/p&gt;   &lt;table class="ntable"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;b&gt;Versão&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;b&gt;Comando de edição &lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;b&gt;Comando de remoção &lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;b&gt;Novo comando &lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;b&gt;Comando de listagem &lt;/b&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;dcron&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;crontab -e&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;crontab -d&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;crontab &lt;span class="emphasis"&gt;arquivo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;crontab -l&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;fcron&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;fcrontab -e&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;fcrontab -r&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;fcrontab &lt;span class="emphasis"&gt;arquivo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;fcrontab -l&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;vixie-cron&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;crontab -e&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;crontab -r&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;crontab &lt;span class="emphasis"&gt;arquivo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td class="tableinfo" bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;span class="code"&gt;crontab -l&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;table class="ncontent" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#bbffbb"&gt;&lt;p class="note"&gt;&lt;b&gt;Note: &lt;/b&gt; Fcron também faz um link simbólico para &lt;span class="code"&gt;crontab&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Antes podemos usar quaisquer desses comandos, todavia, você primeiro precisa entender a própria crontab. Cada linha em uma crontab precisa especificar cinco campos de tempo na seguinte ordem: minutos (0-59), horas (0-23), dias do mês  (1-31), meses (1-12), e dias da semana (0-7, segunda-feira é 1, domingo é 0 e 7). Os dias de semanas e meses podem ser especificados por abreviaturas de três letras em inglês como mon, tue, jan, feb, etc... Cada campo também pode especificar um limite de valores (como 1-5 ou mon-fri), uma lista separada por vírgulas de valores (como 1,2,3 ou mon,tue,wed) ou um limite de valores com um &lt;span class="emphasis"&gt;step&lt;/span&gt; (por exemplo 1-6/2 como 1,3,5). &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Isto parece um pouco confuso, mas com alguns exemplos você verá que não é tão complicado como soa. &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre8"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.8: Exemplos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;&lt;span class="comment"&gt;# Rodar /bin/false todo minuto o ano inteiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;*     *     *     *     *        /bin/false &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="comment"&gt;# Rodar /bin/false às 1:35 na segunda, terça, quarta e no quarto dia de cada mês&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;35    1     4     *     mon-wed  /bin/false&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="comment"&gt;# Rodar /bin/true às 22:25 de 2 de março&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;25    22    2     3     *        /bin/true&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="comment"&gt;# Rodar /bin/false às 2:00 cada segunda-feira, terça-feira e sexta-feira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;0     2     *     *     1-5/2    /bin/false&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;table class="ncontent" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#bbffbb"&gt;&lt;p class="note"&gt;&lt;b&gt;Note: &lt;/b&gt; Perceba como você tem que especificar os dias da semana e dias do mês antes de serem combinados. Se você tiver uma * para só um deles, o outro toma precedência, enquanto * para ambos significa todo dia. &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Para testar o que acabamos de aprender, vamos fazer fazer os passos de realmente agemdar alguns cron-jobs. Primeiro, crie um arquivo chamado &lt;span class="path"&gt;crons.cron&lt;/span&gt; e faça-o parecer-se com o seguinte: &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre9"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.9: Editando crons.cron&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;$ &lt;span class="input"&gt;nano crons.cron&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="comment"&gt;#Mins  Horas  Dias   Meses  Dia da semana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;10     3      1      1       *       /bin/echo "nao gosto de cron na verdade"&lt;br /&gt;30     16     *      1,2     *       /bin/echo "gosto um pouco de cron"&lt;br /&gt;*      *      *      1-12/2  *       /bin/echo "gosto muito de cron"&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Agora nós podemos adicionar a crontab ao sistema com o "novo comando" da tabela acima. &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre10"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.10: Uma nova crontab&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# &lt;span class="input"&gt;crontab crons.cron&lt;/span&gt; &lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;table class="ncontent" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#bbffbb"&gt;&lt;p class="note"&gt;&lt;b&gt;Note: &lt;/b&gt; Você não verá realmente ver a saída dos comandos de echo a menos que você use redirecionamento. &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Para verificar os cron-jobs que você agendou, nós iremos o usar o devido &lt;span class="emphasis"&gt;comando de listagem&lt;/span&gt;  da tabela acima. &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre11"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.11: Listando cron-jobs&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# &lt;span class="input"&gt;crontab -l&lt;/span&gt; &lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Você deve ver uma lista parecida com o &lt;span class="path"&gt;crons.cron&lt;/span&gt;, caso contrário, talvez você usou o comando errado para dar entrada da sua nova crontab. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Esta crontab deve fazer echo de "gosto muito de cron" cada minuto de cada hora de  cada dia um mês sim outro não. Obviamente você só precisa fazer isso se você realmente gosta de cron. A crontab também irá fazer echo de "gosto um pouco de cron" às 16:30 todo dia em janeiro e fevereiro. Também irá fazer echo de "nao gosto de cron na verdade" às 3:10 de primeiro de janeiro. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Se você estiver usando Anacron, você deve continuar lendo esta seção. Caso contrário, pule para a próxima seção sobre &lt;a href="http://www.gentoo.org/doc/pt_br/cron-guide.xml?style=printable#editing"&gt;edição de crontabs&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Usuários de Anacron devem editar o &lt;span class="path"&gt;/etc/anacrontab&lt;/span&gt;. Este arquivo tem quatro campos: o número de dias entre cada vez que é rodado, o atraso em minutos após o qual ele roda, o nome da tarefa, e o comando para rodar. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Por exemplo, para fazer que ele rode &lt;span class="code"&gt;echo "eu gosto de anacron"&lt;/span&gt; cada 5 dias, 10 minutos depois o Anacron iniciar, você teria: &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre12"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.12: /etc/anacrontab&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;5 10 wasting-time /bin/echo "eu gosto de anacron"&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Anacron termina depois de todas tarefas no anacrontab terminarem, então se nós quisermos que ele verifique as tarefas todo dia, precisaremos usar cron. As instruções no final da próxima seção ensinam como fazê-lo. &lt;/p&gt;   &lt;a name="editing"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap3_sect5"&gt;Editando crontabs&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Vamos ser realistas, todavia, você não quer que seu sistema diga o quanto você gosta de cron cada minuto. Como um passo avante, vamos remover aquela crontab usando o &lt;span class="emphasis"&gt;comando de remoção&lt;/span&gt; correspondente da tabela acima. Nós também iremos listar os cron-jobs depois, para ter certeza de que funcionaram. &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre13"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.13: Removendo uma crontab&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# &lt;span class="input"&gt;crontab -d&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;# &lt;span class="input"&gt;crontab -l&lt;/span&gt; &lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Você não deve ver cron-jobs na saída de &lt;span class="code"&gt;crontab -l&lt;/span&gt;.  Se você vir tarefas listadas, isto significa que tivemos problemas na remoção da crontab, e que você deve verificar se usou o &lt;span class="emphasis"&gt;comando de remoção&lt;/span&gt; correto para seu pacote de cron. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Agora que estamos em um estado limpo, vamos colocar algo útil na crontab de &lt;b&gt;root&lt;/b&gt;. A maior parte das pessoas deve rodar &lt;span class="code"&gt;updatedb&lt;/span&gt; com base semanal  para ter certeza de que o &lt;span class="code"&gt;slocate&lt;/span&gt; funciona adequadamente. Para adicioná-lo ao seu crontab, vamos primeiro editar o &lt;span class="path"&gt;crons.cron&lt;/span&gt; novamente para que se pareça com o seguinte: &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre14"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.14: Uma crontab real&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;22 2 * * 1    /usr/bin/updatedb&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Isto faria o cron rodar updatedb às 2:22 A.M. nas manhãs de segunda-feira de cada semana. Você deve agora dar entrada na crontab com o devido &lt;span class="emphasis"&gt;novo comando&lt;/span&gt; da tabela acima, e verificar a lista novamente. &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre15"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.15: Listando cron-jobs&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# &lt;span class="input"&gt;crontab crons.cron&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;# &lt;span class="input"&gt;crontab -l&lt;/span&gt; &lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Vamos agora dizer que você também quer adicionar &lt;span class="code"&gt;emerge --sync&lt;/span&gt; à sua agenda diária. Você pode fazer isso primeiro editando &lt;span class="path"&gt;crons.cron&lt;/span&gt; e depois usando &lt;span class="code"&gt;crontab crons.cron&lt;/span&gt; como nós fizemos anteriomente, ou você pode usar o &lt;span class="emphasis"&gt;comando de edição&lt;/span&gt; adequado da tabela acima. Isto dará a você um jeito de editar a sua própria crontab de usuário, sem depender de arquivos externos como &lt;span class="path"&gt;crons.cron&lt;/span&gt;.  &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre16"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.16: Editando uma crontab no lugar&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;# &lt;span class="input"&gt;crontab -e&lt;/span&gt; &lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Isto deve abrir sua crontab de usuário com um editor. Nós queremos fazer &lt;span class="code"&gt;emerge --sync&lt;/span&gt; rodar todo dia 6:30 da manhã, então vamos deixá-la parecida com this: &lt;/p&gt;   &lt;a name="doc_chap3_pre17"&gt;&lt;/a&gt; &lt;table class="ntable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="infohead" bgcolor="#7a5ada"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Code Listing 3.17: Uma crontab real&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#ddddff"&gt;&lt;pre&gt;22 2 * * 1    /usr/bin/updatedb&lt;br /&gt;30 6 * * *    /usr/bin/emerge --sync&lt;br /&gt;&lt;span class="comment"&gt;(se você estiver usando anacron, adicione esta linha)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;30 7 * * *    /usr/sbin/anacron -s&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;p&gt; Novamente, verifique a lista de cron-jobos como fizemos nos exemplos anteriores para verificar se as tarefas foram agendadas.  Se estiverem todas lá, então tudo pronto. &lt;/p&gt;   &lt;p class="chaphead"&gt;&lt;span class="chapnum"&gt;&lt;a name="doc_chap4"&gt;4. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;Notas finais&lt;/p&gt;  &lt;p class="secthead"&gt;&lt;a name="doc_chap4_sect1"&gt;Resoluções de problemas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Se você estiver com problemas para fazer com o que o cron funcione devidamente, você pode fazer esta rápida lista de verificações. &lt;/p&gt;   &lt;ul&gt; &lt;li&gt;   &lt;b&gt;O cron está rodando?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  Rode &lt;span class="code"&gt;ps ax | grep cron&lt;/span&gt;, veja se ele aparece! &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   &lt;b&gt;O cron está rodando?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  Tente: * * * * * /bin/echo "foobar" &gt;&gt; /arquivo_seu, e veja se ele funciona &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   &lt;b&gt;Seu comando está funcionando?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  Tente: * * * * * /bin/foobar &gt; /arquivo_seu 2&gt;&amp;amp;1, busque erros  em /arquivo_seu &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   &lt;b&gt;O cron pode rodar sua tarefa?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  Veja o registro do cron, normalmente &lt;span class="path"&gt;/var/log/cron.log&lt;/span&gt; ou  &lt;span class="path"&gt;/var/log/messages&lt;/span&gt;, procurando erros &lt;/li&gt;&lt;li&gt;   &lt;b&gt;Existem dead.letter's?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;    O cron normalmente manda correio quando há um problema, veja seu correio e também     verifique se há ~/dead.letter &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;   &lt;p&gt; Lembre-se, cada pacote de cron é diferente e o alcance de funcionalidades varia profundamente. Certifique-se de ler as páginas de man para crontab, fcrontab ou anacrontab,  dependendo do que você usar. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Boa sorte! &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-111152261080279616?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111152261080279616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111152261080279616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_03_01_archive.html#111152261080279616' title='Guia do cron do Gentoo Linux'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-111149994802815665</id><published>2005-03-22T10:57:00.000-03:00</published><updated>2005-03-22T11:01:14.780-03:00</updated><title type='text'>O seu WinXP não desliga corretamente ?</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;Em computadores ATX (notebooks ou CPUs com botão de apertar ao invés do botão liga/desliga) o Windows permite o seu desligamento por completo. Para isso é necessário que ele detecte essa característica na placa-mãe e - ao contrário do que muitos pensam - o desligamento também é possível em micros que não estão configurados como ACPI ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal é que o seu micro esteja configurado como ACPI: vá em &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Painel de Controle (Control Panel) &gt; System (Sistema) &gt; Hardware &gt; Gerenciador de Dispositivos (Device Manager) &gt; duplo-clique em Computador (Computer)&lt;/span&gt; e veja se ele está configurado como &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;"Interface de energia e configuração avançada (ACPI) PC (Advanced Configuration and Power Interface (ACPI) PC)" &lt;/span&gt;ou Computador Padrão (Standard PC). Se ele estiver configurado como Computador Padrão, restarte o WinXP, entre na BIOS do micro e habilite o APM (Advanced Power Management).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal motivo para o shutdown (desligamento) não funcionar no WinXP é o uso de drivers não-certificados pela Microsoft, que impedem o acionamento do Desligamento, Hibernação e Standby. Vamos às soluções:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Desabilite a Reinicialização automática do WinXP&lt;/b&gt;, pois se estiver ocorrendo um erro durante o shutdown, o micro rebootará: vá em &lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;Painel de Controle (Control Panel ) &gt; Sistema (System) &gt; Avançado (Advanced) &gt; botão Cinfigurações em Inicialização e Recuperação (Startup and Recovery) &gt; desclique a opção Reiniciar automaticamente (automatically Restart) na área Falha do Sistema (System Failure)&lt;/span&gt; ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Desabilite o ACPI na BIOS do seu micro&lt;/b&gt;, pois se o ACPI da sua BIOS tiver um bug ou não seguir 100% o padrão estabelecido, o WinXP é afetado por isso ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Verifique o NT Apm/Legacy Interface Node&lt;/b&gt; indo em &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Painel de Controle (Control Panel) &gt; System (Sistema) &gt; Hardware &gt; Gerenciador de Dispositivos (Device Manager) &gt; menu Exibir (Show) &gt; Mostrar dispositivos ocultos (Show hidden devices). &lt;/span&gt;Se aparecer a opção NT Apm/Legacy Interface Node, dê um duplo-clique nela e habilite-a. Se essa opção não aparecer, ignore essa dica ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;4&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt; Verifique os drivers que não têm assinatura digital da Microsoft. &lt;/b&gt;Estes drivers &lt;img src="http://www.baboo.com.br/winxp/dicas/sig.jpg" align="left" border="0" height="140" width="227" /&gt;normalmente são os responsáveis por impedir o desligamento do WinXP (um dos aplciativos mais "tradicionais" que após ser instalado impede o desligamento correto do WinXP é o Easy CD Creator). Clique no &lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;botão Iniciar (Start) &gt; Executar (Run) &gt; digite "Sigverif" (sem as aspas) e tecle &lt;enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/span&gt;. Este (desconhecido) aplicativo verifica os drivers instalados no computador e lista aqueles que não têm assinatura digital.&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a lista dos drivers e arquivos que não têm assinatura digital, você deve checar qual é o periférico &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.baboo.com.br/winxp/dicas/sig2.gif" align="right" border="0" height="140" width="233" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;que está utilizando-o - pois dessa maneira você poderá procurar por drivers atualizados que não causam esse problema. Como exemplo, utilizamos o arquivo &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;ptserial.sys&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; mostrado na lista à direita criada pelo programa, pois normalmente os driver localizados na pasta \Windows\system32\drivers são os mais críticos em relação ao funcionamento do Windows (sempre comece a verificar os drivers desta pasta):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Verifique o nome do arquivo e a pasta aonde ele se encontra (ptserial.sys em c:\Windows\System32\drivers neste exemplo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Vá até a pasta em questão e localize o arquivo. Clique com o botão da direita do mouse no arquivo &gt; menu Propriedades (Properties) &gt; Versão (Version).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; No caso do arquivo ptserial.sys, o campo Descrição (Description) indica que o driver é do HSP Modem Serial Device Driver for NT 5.0 fabricado pela PCTEL, conforme você vê na imagem à esquerda. Sabendo disso, você está à par que o seu modem pode &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.baboo.com.br/winxp/dicas/sg3.jpg" align="left" border="0" height="214" width="227" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;estar causando esse problema e com isso você deve procurar um driver diferente para ele.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Uma maneira simples de confirmar a "culpabilidade" do periférico ou software em relação ao problema de desligamento do WinXP é retirando-o do micro (ou desabilitando-o na BIOS caso ele seja onboard) ou desinstalando o software e verificando se o WinXP desliga normalmente. Se ele desligar, o driver do periférico em questão é o responsável pelo problema ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;OBSERVAÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;- Os perféricos e aplicativos conhecidos por causar esse problema no WinXP (e também no Win2000) são: Easy CD Creator, DirectCD, Nero, WinOnCD, Sound Blaster Live ! e placas de vídeo baseadas no chipset Kyro II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se durante o shutdown o WinXP travar com os erros &lt;b&gt;STOP 0000009F, DRIVER_POWER_STATE_FAILURE,&lt;br /&gt;STOP 0x0000001E: KMODE_EXCEPTION_NOT_HANDLED &lt;/b&gt;ou &lt;b&gt;STOP 0x000000D1: DRIVER_IRQL_NOT_LESS_OR_EQUAL&lt;/b&gt;, isso indica um problema GRAVE de compatibilidade do driver com o WinXP, podendo inclusive impedir que o sistema operacional funcione normalmente ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;b&gt;Desabilite a opção para ativar o computador em placas de rede &lt;/b&gt;indo em &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Painel de Controle (Control Panel) &gt; System (Sistema) &gt; Hardware &gt; Gerenciador de Dispositivos (Device Manager) &gt; duplo-clique na sua placa de rede &gt; Gerenciamento de energia (Power management) &gt; Desclique a opção "Este dispositivo pode ativar novamente o computador (Allow this device to bringteh computer out of standby) ..&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;6&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Se a sua placa de vídeo é baseado no chipset nVIDIA&lt;/b&gt;, desabilite o Serviço Nvidia Helper: vá em &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Painel de Controle (Control Panel) &gt; Ferramentas Administrativas (Adminstrative Tools) &gt; Serviços (Services) &gt; duplo-clique em NVIDIA Driver Help &gt; em Tipo de Inicialização (Startup type) escolha a opção Desativado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;Se mesmo assim o problema não for resolvido, faça uma atualização da BIOS do seu micro ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Tahoma;font-size:85%;"  &gt;Dica retirado do site www.baboo.com.br&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-111149994802815665?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.baboo.com.br/absolutenm/anmviewer.asp?a=3132&amp;z=49' title='O seu WinXP não desliga corretamente ?'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111149994802815665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/111149994802815665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_03_01_archive.html#111149994802815665' title='O seu WinXP não desliga corretamente ?'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-110917781753616517</id><published>2005-02-23T13:49:00.000-03:00</published><updated>2006-01-31T14:16:32.630-02:00</updated><title type='text'>Solução: Usando as variáveis criadas pelo genexus.</title><content type='html'>Quando o genexus gera o código fonte, na linguagem escolhida, ele não usa os nomes das variáveis definadas dentro do Genexus, por exemplo, se criarmos a variável valor, ao gerar o código, o genexus irá criar RV12VALO, ou algo parecido.&lt;br /&gt;As vezes precisamos usar o nome da variável gerada pelo genexus, isso ocorre quando usamos a palavra reservada DBASE antes do código no genexus, que diz ao genexus, para não interpretar esse código, apenas colocar o código como escrevemos direto no código gerado para a linguagem. Para não precisar abrir o código gerado pelo genexus e ver o nome da variável que ele criou, pode-se utilizar as tags&lt;br /&gt;[!&amp;nome_da_variavel_dentro_do_genexus!] , por exemplo [!&amp;amp;valor!]&lt;br /&gt;Assim o genexus substituirá pelo nome da variável que ele criar.&lt;br /&gt;AngrA Wodanaz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-110917781753616517?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/110917781753616517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/110917781753616517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_02_01_archive.html#110917781753616517' title='Solução: Usando as variáveis criadas pelo genexus.'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-110917725643526431</id><published>2005-02-23T13:40:00.000-03:00</published><updated>2005-02-23T13:48:44.913-03:00</updated><title type='text'>Problema: Ao imprimir nota fiscal, imprime várias folhas, sendo que a nota é apenas uma.</title><content type='html'>Problema:&lt;br /&gt;No programa gerado em Genexus com Visual Fox Pro, ao mandar imprimir nota fiscal ou bloqueto, imprime várias folhas, com os dados imcompletos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solução:&lt;br /&gt;Ver no genexus, para qual impressora está sendo emitido a nota fiscal ou bloqueto usando a regra printer. Após verificar, ver na configuração de impressoras do sistema, está criado uma nota com o mesmo nome da nota que esta na regra printer. Verificar se nas opções dessa impressora no sistema, na opção Printer settings, está marcado como Printer defaults.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-110917725643526431?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/110917725643526431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/110917725643526431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_02_01_archive.html#110917725643526431' title='Problema: Ao imprimir nota fiscal, imprime várias folhas, sendo que a nota é apenas uma.'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-110777363882786763</id><published>2005-02-07T08:51:00.000-02:00</published><updated>2005-02-07T08:53:58.826-02:00</updated><title type='text'>Usando o SCREEN no linux</title><content type='html'>Meu amigo angusyoung me deu umas dicas sobre um tal de screen, que pode-se trabalhar com várias sessoes em acessos remotos.. Resolvi experimentar e gostei da idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para instaalar              emerge screen&lt;br /&gt;Para iniciar                  screen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Criar nova sessão: [CTRL]+A c &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Visualizar o nome das janelas: [CTRL]+A w&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Navegar entre as sessões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; [CTRL]+A n (próxima sessão)&lt;br /&gt; [CTRL]+A p (sessão anterior)&lt;br /&gt; [CTRL]+A (numero da sessão) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sair sem fechar a sessão: [CTRL]+A d (desvincular)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para entrar novamente na sessão desvinculada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;$ screen -r&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Compartilhando a sessão:&lt;br /&gt; O seu amigo deve acessar a máquina com o mesmo user que você esta logado. Assim que ele logar, peça para ele executar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;$ screen -x&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Visualizando o help de comandos: [CTRL]+A ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Visualizando o horário e as janelas inicializadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; [CTRL]+A :&lt;br /&gt; hardstatus alwayslastline "%c %w" [ENTER]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para substituir o nome da sessão corrente, digite:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; [CTRL]+A A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No modo de edição, altere o nome da sessão atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dividindo a janela:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; [CTRL]+A S (pressione o número de vezes desejado)&lt;br /&gt; [CTRL]+[TAB] (alterna entre as divisões criadas)&lt;br /&gt; [CTRL]+A Q (Maximiza o console corrente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Matando a sessão corrente (kill): [CTRL]+A k&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Salvando a tela em modo texto: [CTRL]+A h&lt;br /&gt; (será gerado um arquivo chamado hardcopy.0&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-110777363882786763?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/110777363882786763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/110777363882786763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2005_02_01_archive.html#110777363882786763' title='Usando o SCREEN no linux'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-108000152375420825</id><published>2004-03-22T21:18:00.000-03:00</published><updated>2004-03-22T21:28:49.043-03:00</updated><title type='text'>Como recuperar o registro do windows XP</title><content type='html'>Quando o windows XP não inicia mais, talvez seja o seu registro que está corrompido, talvez o seu registro esteja corrompido.&lt;br /&gt;Para recupera-la entre com o CD de instalação do windows XP&lt;br /&gt;Na primeira tela aperta R para Recuperar o windows.&lt;br /&gt;Escolha a instalação do windows a qual quer recuperar e depois o layout de teclado.&lt;br /&gt;Quando cair na prompt de comando digite:&lt;br /&gt;chkdsk /r  -&gt; este comando irá reparar o registro.&lt;br /&gt;Após isso basta digitar exit para reiniciar o computaro e ver o resultado.&lt;br /&gt;Na maioria das vezes funciona. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-108000152375420825?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/108000152375420825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/108000152375420825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#108000152375420825' title='Como recuperar o registro do windows XP'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-107912324615879671</id><published>2004-03-12T17:20:00.000-03:00</published><updated>2004-03-12T17:30:37.590-03:00</updated><title type='text'>Compartilhar conecção no linux</title><content type='html'>Essa é para eu nao esquecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para compartilhar uma conecção no linux basta digitar o seguinte.&lt;br /&gt;modprobe iptable_nat                             -&gt; para carregar o iptable_nat se estiver como modulo&lt;br /&gt;                                                                 se nao tiver talvez será preciso abilitar ele no kernel e compilar &lt;br /&gt;                                                                  de novo&lt;br /&gt;iptables -t nat -A POSTROUTING -o ppp0 -j MASQUERADE&lt;br /&gt;echo 1 &gt; /proc/sys/net/ipv4/ip_forward&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso sua internet ja estará comparilhada..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso queria sempre compartilhar quando ligar o micro, basta adicionar essas linhas no arquivo /etd/conf/local.start&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vc tiver apenas uma placa de rede, poderá usar o comando antes de compartilhar a conecção:&lt;br /&gt;ifconfig eth0:1 192.168.0.1/24           -&gt; isso fará que sua placa de rede cria uma outra lógica,isso para compartilhar por exemplo uma conecção com adsl, lida o Modem no Hub e a placa de rede no Hub tb. Lembre-se se ver se sua placa já nao tem esse endereço de ip.. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicas tiradas no siite www.guiadohardware.net&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-107912324615879671?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107912324615879671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107912324615879671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107912324615879671' title='Compartilhar conecção no linux'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-107894161725353167</id><published>2004-03-10T14:13:00.000-03:00</published><updated>2004-03-10T15:09:15.246-03:00</updated><title type='text'>Como configurar o teclado ABNT2 no MS-DOS (Windows 95,98,98SE)</title><content type='html'>Quando o teclado está funcionando corretamente no windows, mas ao sair para o dos, não funciona ç e alguns acentos deve-se fazer o seguinte:&lt;br /&gt;Abre o prompt de comando&lt;br /&gt;Inicar-&gt;Programas-&gt;Prompt MS-DOS&lt;br /&gt;digite &lt;br /&gt;cd\                                         -&gt; Volta para a pasta raiz&lt;br /&gt;edit autoexec.bat                     -&gt; Abre o arquivo autoexec.bat para edição&lt;br /&gt;encontro a linha&lt;br /&gt;keyb br,,c:\windows\command\keyboard.sys&lt;br /&gt;e altere para&lt;br /&gt;keyb br,,c:\windows\command\keybrd2.sys /ID:275&lt;br /&gt;aperte Alt+A para acessar o menu, selecione sair e escolhar SIM ao pedir para salvar as alterações.&lt;br /&gt;Após digite&lt;br /&gt;Exit                                         -&gt; Para sair do MS-Dos&lt;br /&gt;Reinicie o computador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-107894161725353167?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107894161725353167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107894161725353167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107894161725353167' title='Como configurar o teclado ABNT2 no MS-DOS (Windows 95,98,98SE)'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-107893776210847078</id><published>2004-03-10T13:46:00.000-03:00</published><updated>2004-03-10T13:59:10.123-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Como configurar o antoexec.exe e config.sys para funcionar programas em Clipper, especificamente o programa Escrita Fiscal. (Para windows 95, 98 e 98SE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique em Iniciar-&gt; Programas -&gt; Prompt do MS-DOS&lt;br /&gt;Digite os seguinte comandos&lt;br /&gt;cd\                                       -&gt; Volta para a pasta raiz&lt;br /&gt;edit autoexec.bat                   -&gt; Abre o arquivo autoexec.bat para edição&lt;br /&gt;No final do arquivo insira uma linha com o seguinte comando, se já exister uma linha com esse comando apenas confira se está certo.&lt;br /&gt;set clipper=F191&lt;br /&gt;Depois aperte Alt + A para acessar o menu, escolha sair, e selecione Sim ao pedir confirmação para salvar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois digite&lt;br /&gt;edit config.sys                        -&gt; Abre o arquivo config.sys para edição&lt;br /&gt;Verifique se existe as linhas abaixo, se nao existir adicione no final&lt;br /&gt;FILES=191&lt;br /&gt;BUFFERS=24                          -&gt;Se tiver um número maior de 24 pode-se deixar como esta.&lt;br /&gt;Depois aperte Alt + A para acessar o menu, escolha sair, e selecione Sim ao pedir confirmação para salvar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após digite&lt;br /&gt;Exit                                       -&gt; para sair no MS-DOS&lt;br /&gt;E reinicie a máquina para que as novas informações funcionem&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-107893776210847078?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107893776210847078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107893776210847078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107893776210847078' title=''/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-107877473499318819</id><published>2004-03-08T16:38:00.000-03:00</published><updated>2006-01-31T14:13:19.256-02:00</updated><title type='text'>Instalação Windows 98</title><content type='html'>Esse tutorial fiz para iniciantes instalarem o windows 98&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como formatar seu Computador e Instalar Windows 98.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro crie um disco do windows 98.&lt;br /&gt;Iniciar/Configurações/Painel de controle.&lt;br /&gt;Depois vá em Adicionar ou remover arquivos e programas&lt;br /&gt;Clique na aba Disco de Inicialização, coloque um disco no drive a: e clique em criar disco.&lt;br /&gt;Talvez ele peça o CD do Win98, ou se tiver os arquivos de instalação em seu HD, basta&lt;br /&gt;especificar a pasta.&lt;br /&gt;Coloque o cdrom do windows 98 na unidade de cdrom e o disquete no drive a:&lt;br /&gt;Depois de criar o disco reinicie seu computador.&lt;br /&gt;Certifique-se que o Boot primário está configurado para o Drive de disquete na BIOS.&lt;br /&gt;Ele irá carregar o boot pelo disquete.&lt;br /&gt;Escolha a opção Iniciar com suporte a CD-ROM.&lt;br /&gt;Ao terminar o processo ele vai ficar na unidade a:&lt;br /&gt;entao digite&lt;br /&gt;format c: &lt;enter&gt;&lt;br /&gt;e escolha S para confirmar.&lt;br /&gt;Depois digite&lt;br /&gt;c: &lt;enter&gt;&lt;br /&gt;Cria uma pasta na unidade c para guardar os arquivos de instalação, com o nome win98,&lt;br /&gt;para iso digite&lt;br /&gt;md win98 &lt;enter&gt;&lt;br /&gt;Após você deverá identificar qual unidade ficou o cdrom, se tiver apenas uma partição no HD&lt;br /&gt;ele ficará como e:, pois a d: o disco cria uma partição temporária.&lt;br /&gt;Para saber qual é a sua unidade de cd-rom, vc tera que ir testando letra por letra a&lt;br /&gt;partir da d:, por exemplo&lt;br /&gt;e: &lt;enter&gt;&lt;br /&gt;dir &lt;enter&gt;   -&gt; o comandodir fará com que ele lista as pastas da unidade, e se acender&lt;br /&gt;a luz do cdrom, então essa será sua unidade de cdrom.&lt;br /&gt;Se aparece que a unidade não existe ou algo parecido é porque esta unidade não existe.&lt;br /&gt;Depois de achar a letra da unidade de cdrom vamos copiar os arquivos de instalação.&lt;br /&gt;volte para o a: com o comando&lt;br /&gt;a: &lt;enter&gt;&lt;br /&gt;depois copie os arquivos com o comando,&lt;br /&gt;copy /e f:\win98 c:\win98 &lt;enter&gt;  -&gt;note que nesse caso a letra da unidade de cdrom é o f,&lt;br /&gt;subtitui a letra pela letra da sua unidade de cdrom conforme você achou acima.&lt;br /&gt;Após copiados os arquivos digite o seguinte:&lt;br /&gt;c: &lt;enter&gt;  -&gt; vai para o drive c:&lt;br /&gt;cd win98 &lt;enter&gt;  -&gt; entra na pasta win98&lt;br /&gt;instalar /ie /iv /is &lt;enter&gt;  -&gt; começa a instalação do windows98, os atributos /ie /iv /is,&lt;br /&gt;tiram a criação de um disco de inicialização na instalação, a verificação com scandisk antes&lt;br /&gt;de instalar, e as mensagens que novidades que ficam aparecendo, isso deixa a instalação mais&lt;br /&gt;rápida, para mais informações digite instalar /?&lt;br /&gt;Após isso a instalação irá começar, basta seguir as instruções na tela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Sempre certifique-se que você possui os drivers do seu hardware antes de formatar&lt;br /&gt;o computador, para não ter problemas depois.&lt;br /&gt;Você irá perder todas as informações de seu computador, faça backup antes de começar com os&lt;br /&gt;procedimentos.&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;/enter&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-107877473499318819?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107877473499318819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107877473499318819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107877473499318819' title='Instalação Windows 98'/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6586967.post-107868958762435225</id><published>2004-03-07T16:53:00.000-03:00</published><updated>2004-03-07T17:02:51.640-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Hoje fiz uma rede aqui em minha casa com um vizinho meu para compartilhar a adsl.&lt;br /&gt;Um eletricista puxou os fios pelos postes.. grimpei os cabos tudo certinho.. fomos testar e nao funcionou.. entao diminui velocidade da placa para 10 mbits em modo halfduplex, e funcionou blz, esta rodando aqui certinho... estou compartilhando a adsl pelo gentoo na boa..&lt;br /&gt;Agora vamos pegar Turbo 600 para ter um pouco mais de velocidade..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6586967-107868958762435225?l=wodanaz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107868958762435225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6586967/posts/default/107868958762435225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wodanaz.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107868958762435225' title=''/><author><name>Angra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04994634349913012899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
